Com 22 anos, ainda me vem à cabeça sabias palavras ditas por minha amada Mãe, a dona Rosilene que vive da comercialização de salgadinhos.
Mamãe quando levávamos um amigo a nossa casa perguntava. – Quem é esse? - O que faz? Todas essas perguntas por que segundo ela “o seguro havia morrido de velho”.
A educação popular é tudo aquilo que aprendemos no seio da família e da comunidade na qual vivemos. Na educação popular existem esses ditos que servem para crianças, jovens, adolescentes e adultos como instrumento de formação do caráter.
O dito popular “diga-me com quem anda que direi quem tu és” se encaixa bem para o momento politico que Senador Guiomard poderá viver.
Na nossa prefeitura já passaram analfabetos, advogados, professores, empresários e até pessoas sem profissão. Muitas dessas pessoas que passaram embora não tendo uma profissão, aqueles com ou sem formação em sua maioria acabaram gerando problemas administrativos a mucipalidade que melhorou e muito de uns tempos pra cá.
Outro dito popular também usado pela minha sabia genitora é “papagaio velho quando aprende ou decora uma coisa é difícil mudar” referindo-se sempre ela que o caminho do crime seria uma prática sem volta.
O crime que minha Mãe falava era pequenos delitos, uso de drogas e outras coisas que ameaçam a juventude pobre do Quinari e do Mundo.
Os crimes que quero me retratar são aqueles contra a administração pública, aqueles de peculato, apropriação indébita, formação de quadrilha, estelionato, improbidade administrativa e até sábios desvios de recursos públicos já comprovados pela Justiça.
O politico que se apresenta como o novo, como alternativa, jamais pode ser rotulado com os ditos populares sábios que a nossa sociedade usa para de forma divertida expressar o que pensa a respeito de inúmeras situações.
É indispensável para aquele que deseja ser público aliar-se com pessoas de conduta e caráter ilibado, pois a sociedade já ver o processo democrático como um ambiente corrupto e sem moral. O que se pretende com tal afirmação é informar que o eleitor já faz um julgamento precipitado do processo politico e ainda existe aqueles que articulam falsos boatos que não verdades.
Por fim podemos concluir pedindo a nossa sociedade que faça uma análise, que pontue onde avançamos, onde recuamos para tomar partido sem cometer erros que já cometemos no passado.
Gilberto Moura é Gestor em Cultura e Acadêmico de Teologia com Complementação em História da FATEAMA