Gilberto representa o Acre porque integra a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e promove a articulação dos Pontos no estado do Acre
O Presidente da Associação Comunitária Gilberto Moura participa até quarta-feira de extensa agenda da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura com o Governo Federal através do Ministério da Cultura.
No encontro de Gestores de Cultura esteve representando o Governo do Acre, Francisco Generozzo que é Chefe do Departamento de Fomento e Incentivo a Cultura da Fundação Elias Mansour. Keila Diniz e Spartacus Alencar representaram o Escritório do Ministério da Cultura no Acre.
“O encontro foi muito produtivo, sabemos que o Governo Federal está presente na maioria dos Estados através do Cultura Viva, por isso consideramos esse encontro de redesenho uma oportunidade de ampliar a parceria dos Estados com o Ministério da Cultura”, disse Francisco Generozzo da Fundação Elias Mansour.
O primeiro momento da agenda aconteceu na Escola de Saúde de Porto Alegre, aonde a comissão reunida debateu os três eixos que fizeram parte da discussão com a Secretaria de Cidadania Cultural.
A agenda em Porto Alegre faz parte da representação do Acre na Comissão Nacional de Pontos de Cultura, aonde se discutiu com gestores dos estados brasileiros o redesenho do Programa Cultura Viva.
Participação da representação do Acre
Como representante do estado do Acre na Comissão Nacional o Coordenador do Culturalizando o Quinari participou ativamente das reuniões deliberativas da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, respondendo as três perguntas dos eixos temáticos propostos pelo Ministério da Cultura.
A outra agenda aconteceu com os Pontos de Cultura dos estados amazônicos, aonde pretende-se para 2012 a realização de um encontro para a realização da grande Teia Amazônica dos Pontos da Região Norte.
Programa Cultura Viva
“O Programa Cultura Viva, criado em 2004 é um trabalho contemporâneo que surgiu para estimular e fortalecer a rede de criação e gestão cultural no país, tendo como base os Pontos de Cultura. É uma experiência inovadora, porque potencializa o protagonismo, o empoderamento e a autonomia cultural da sociedade”, disse Márcia Rollemberg.
Ao concluir, a secretária Márcia Rollemberg avaliou que o programa precisa evoluir de uma política de financiamento para uma política de fomento, buscar campos de fomento, fazer o cadastro dos pontos e dos indicadores de cultura, criar visibilidade das publicações existentes, articulação da rede com os poderes, para transformá-lo em uma política de Estado; ter um comitê gestor com a participação da sociedade, avaliação dos pontos por eles mesmos, transparência no sistema de prestação de contas e a publicização de suas atividades.
À tarde, além da apresentação dos informes sobre o calendário de visitas técnicas às redes, das oficinas de capacitação e o cronograma de liberação de recursos, os grupos de trabalho por região fizeram a análise de situação dos convênios. Também foi apresentado o projeto de Redesenho do Programa Cultura Viva, o formato da realização das Teias e do Comitê Gestor das Redes Estaduais e Municipais.
Com informações do site do Ministério da Cultura